Fique por dentro do vocabulário das startups!

A de aceleradora, B de benchmarking e C de capital de giro. Saiba mais sobre os termos utilizados dentro do mercado.

Escrito por HDI Seguros 04/09/2020

Orçamento, prazo de entrega, escritório compartilhado e identidade visual. Alguns desses termos já fazem parte dos escritórios corporativos de todo o país. Porém, desde o começo desta década, o crescimento exponencial de novos negócios voltados ao mercado de tecnologia, como as startups, mudaram de vez o empreendedorismo no Brasil.

Além de modificar a economia, essas novas empresas implementaram novos termos, expandindo o vocabulário dos funcionários, coordenadores e gestores de todo o setor. Para ficar por dentro dessas mudanças e não se perder numa call importante, fique ligado neste dicionário que separamos para você!

Vamos começar com um dos principais tópicos quando se fala de startup: aceleração. No mercado, algumas instituições de capital privado se especializaram em financiar startups, oferecendo a elas mais recursos financeiros, consultoria, treinamento e inserção numa rede de relacionamentos com outros empresários. A essas empresas damos o nome de aceleradoras, justamente pelo investimento que auxilia no crescimento de uma startup.

Ainda sobre esse assunto, outros dois termos muito frequentes são: investidor anjo e incubadora. Nesse caso, o investidor é uma pessoa física que coloca dinheiro em startups, buscando participações societárias ou retornos financeiros com a transação. Geralmente são profissionais experientes, com valioso networking. Já as incubadoras têm propósitos muito parecidos com as aceleradoras, porém a atuação está mais centrada na contribuição acadêmica, tendo como objetivo o resultado do produto e não necessariamente o lucro. Em muitos casos, as incubadoras não realizam investimentos financeiros, apenas auxiliam com estrutura, material, funcionários e etc.

Quando falamos de orçamento (budget em inglês) é importante lembrar do termo capital de giro, que nada mais é do que o dinheiro necessário para bancar a continuidade do seu negócio. Sendo fundamental para garantir a saúde financeira, manter os estoques, garantir recursos e assegurar pagamentos, e etc.

Dentro de um negócio, é fundamental pesquisar e observar o que é feito pela concorrência direta ou indireta. A essa atividade damos o nome de benchmarking, que é a identificação de características, como diferenciais competitivos, visando sempre melhorar ou gerar metas mais elevadas para o seu empreendimento.

Um termo bem popular que pode fugir um pouco do usual no ambiente corporativo tradicional é o pitch. Normalmente interpretado como palestra ou apresentação, o pitch nada mais é do que uma demonstração objetiva e diretas obre um projeto ou ideia, geralmente feita por uma só pessoa, focando na venda do produto.

Muito comum quando associado ao maketing, o growthhacking é uma das novidades que as startups trouxeram ao Brasil. A ideia por de trás do termo, é identificar possíveis áreas/espaços que devem ser exploradas como oportunidades de crescimento. Esse modelo de negócio é altamente utilizado junto ao marketing de conteúdo, ao lado de estratégias e táticas específicas.

Há outros conceitos que não são escritos em inglês, como funil de vendas. Neste caso estamos falando sobre a identificação de maturidade ou potencial para conversão daquele cliente. Essa atividade é muito utilizada pelo setor de vendas como base fundamental para o sucesso do produto ou serviço frente ao mercado.

Depois desse resumo, você já está craque para as próximas reuniões e pode fazer bonito na próxima call, meeting ou até mesmo um pitch em frente a seus chefes.

Fontes: